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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Games - L.A. Noire [Primeiras impressões]


Sempre fui um grande fã da Rockstar e todo jogo que a empresa lança, procuro comprar no lançamento tendo a certeza de que estarei fazendo um excelente negócio, afinal Rockstar hoje em dia é sinônimo de qualidade no mundo dos games. Com L.A. Noire não foi diferente, e mesmo sabendo que o jogo foi produzido pela Team Bondi e que a RockStar estaria apenas como coadjuvante nesse jogo (Ou não?), já tratei de jogá-lo poucos dias após seu lançamento. Após algumas horas de jogatina, mesmo sem finalizá-lo, resolvi fazer este POST com as primeiras impressões do jogo.

Quem procurou ler sobre L.A. Noire antes de adquiri-lo deve saber que este jogo não é um SandBox como GTA e RDR. Além disso, o foco principal do jogo está nos diálogos e desenrolar da história, deixando a ação um pouco de lado. Tais pontos fizeram com que os “desavisados” se decepcionassem muito com ele, pois compraram pensando estar adquirindo um SandBox e se depararam com um jogo linear que se preocupa em colocar a ação de lado na maior parte do tempo.

Mas esta falta de liberdade atrapalha o jogo? Eu acredito que não, porém o que achei ridículo foi a RockStar fazer um estardalhaço enorme antes do lançamento do jogo se vangloriando de ter criado o maior mapa da história dos vídeo-games, porém subutilizá-lo num jogo linear que não pede para tal mapa ser explorado em sua totalidade. Essa foi uma das maiores mancadas que a empresa fez com este jogo na minha opinião!

Bom, “mas e a parte técnica?”, você deve estar se perguntando. Vou dividir os principais pontos como é de costume nas análises de jogos:

Gráficos

Gostei muito dos gráficos de L.A. Noire, principalmente na perfeita utilização do Motion Scan, que faz com que as expressões faciais dos personagens sejam extremamente reais. Outro ponto que vale destacar é a excelente ambientação da cidade de Los Angeles nos anos 40. O trabalho da Team Bondi nesse ponto foi espetacular e cada detalhe da cidade foi feito com o máximo de cuidado. Porém nem tudo são flores na parte gráfica do game, a versão do Xbox 360 sofre com sérios problemas de queda de frame e alguns popups freqüentes. Espero que a empresa lance um patch corrigindo isso futuramente.

Som

O som de L.A. Noire é algo espetacular. A trilha sonora é recheada de jazz e blues daquela época, fazendo com que a imersão seja maior enquanto se está jogando. E o que dizer do trabalho de dublagem implantado no game? Está excelente, afinal não adiantaria nada implantar uma tecnologia fantástica como o Motion Scan, se as falas dos personagens não condissessem com a fisionomia e sincronia labial dos mesmos, não é mesmo?

Jogablidade

Aqui o ponto fraco do jogo na minha opinião. Começando pelo controle do carro que é extremamente sensível e não muda em nada de um veículo para o outro. Qualquer toque no controle fará com que seu carro vire bruscamente, fazendo com que você mais pareça um bêbado dirigindo do que um policial treinado na condução de sua viatura. Outro ponto que detestei foi a movimentação do personagem. Muitos disseram que o personagem correndo parece o ciborgue do Exterminador do Futuro 2 (Rss). Tirando estes pequenos deslizes, o restante está bom, principalmente a troca de tiros muito similar a GTA IV (Pena serem relativamente escassas durante a jogatina).

Enredo

Como eu disse no início deste POST, não cheguei a finalizar o jogo, portanto não posso analisar este ponto como ele merece. Mas a primeira impressão que eu tive foi excelente, mesclando flashbacks para contar detalhes da história do personagem principal revelando aos poucos sua personalidade no decorrer da trama. Um grande amigo meu que chegou a finalizar o jogo, elogiou muito este quesito, dizendo inclusive que há uma reviravolta espetacular no meio do jogo, portanto creio que neste ponto estamos muito bem servidos em L.A. Noire.

Multiplayer

Não há multiplayer em L.A. Noire. Muitos disseram que não faz falta, eu já discordo, principalmente depois de jogar incessantemente os modos online de GTA IV e RDR. Creio que fiquei mal acostumado, portanto não há como não se decepcionar com a falta desta modalidade neste jogo.

Conclusão

Pra finalizar este POST com minhas considerações sobre L.A. Noire, gostaria de ressaltar um ponto muito importante que pode servir de alerta e evitar uma dor de cabeça desnecessária:

Se você não tem total fluência em Inglês e depende da leitura de legendas para entender 100% dos diálogos (Por causa das gírias e sotaques dos personagens), você correrá sérios riscos em “dar umas cabeçadas” na hora dos interrogatórios. Em L.A. Noire, você como policial precisa interrogar os suspeitos/envolvidos para colher provas e encontrar a solução dos casos, e por mais que você queira, é impossível ler as legendas e prestar atenção no rosto dos personagens ao mesmo tempo. E prestar atenção na fisionomia dos interrogados é crucial para descobrir se eles estão falando a verdade ou se estão mentindo pra você. Me peguei errando diversas conclusões por causa disso, o que é uma pena! Isso que tenho fluência no idioma e falo inglês praticamente todos os dias no meu trabalho devido a minha função dentro da empresa. Como eu disse, por melhor que você seja, é impossível entender 100% das falas, pois há muitas gírias e sotaques arrastados na fala dos personagens!

Outro ponto que vale ressaltar é que L.A. Noire não possui muitas cenas de ação e as missões secundárias não são muito variadas, ficando repetitivas com o tempo.

L.A. Noire é um excelente jogo, mesmo com alguns defeitos na sua mecânica, o enredo e mecânica de investigação vale o investimento pra quem gosta do estilo. Se você gosta de jogos onde é necessário raciocinar bastante, deixando a ação um pouco de lado, recomendo que você adquira este jogo o mais rápido possível. Agora se você é como eu, que gosta mais de “ver o circo pegar fogo” (Privilegia a ação), passe longe de L.A. Noire, pois este jogo te dará sono muitas vezes.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Games - God of War III [Primeiras impressões]


Ontem na minha análise do Castlevania: Lord of Shadows (Xbox 360) mencionei a similaridade do mesmo com os jogos da franquia God of War. Pois é, coincidentemente ontem mesmo chegou meu God of War III (PS3) que eu havia comprado no exterior há mais de 20 dias.

Eu estava com a intenção de zerar os dois primeiros jogos novamente antes de começar a jogar o GOW III, mas como meu GOW Collection ainda não chegou, não agüentei esperar e já comecei a jogá-lo.

Se eu tivesse que resumir este jogo em apenas uma frase, seria: “GOW III é épico (Grandioso) do início ao fim”. Logo na primeira fase já temos a noção exata disso. Está duvidando? Então o que acha de lutar encima de um titã 6 vezes maior que os famosos gigantes de Shadow of Collossus escalando uma montanha sendo atacado por monstros e criaturas de tudo quanto é lado? Pois é, não estou exagerando. A fase se passa encima destes seres colossais, com proporções tão grandiosas que fará qualquer um babar diante da tela. Some isso às músicas épicas e orquestradas, som DTS num bom Home Theater e gráficos maravilhosos numa boa TV FULL HD. Pronto, orgasmo tecnológico pra qualquer um!

Jogar GOW III é uma satisfação constante. O jogo nunca se torna repetitivo ou cansativo, você sempre quer jogar mais, esperando mais surpresas boas como aquela que você teve minutos atrás. Cada fase, cada inimigo, tudo é feito com um nível de detalhe impressionante. Se não bastassem os gráficos fabulosos, a jogabilidade desta nova versão foca um pouco mais na ação, fazendo com que o jogo seja muito mais dinâmico que os anteriores. Não que os quebra-cabeças tenham sido extintos, de maneira nenhuma, eles continuam lá, porém estão em menor número.

Já li diversos comentários de pessoas reclamando que o jogo não mudou tanto comparado aos anteriores, mas vem cá: Precisava mudar? Num modo geral o jogo é o mesmo, mas há pequenos elementos na jogabilidade em GOW III que fazem toda a diferença. Além disso, tecnicamente o jogo está muito melhor, ou seja, melhoraram o que já era fantástico!

Bom, não vou falar mais do jogo, pois ainda não cheguei ao final dele, mas resolvi criar este POST apenas para compartilhar com todos a maravilha que é este jogo. Se você tem um PS3, não deixe de comprá-lo. GOW III vale cada centavo investido não só no jogo em si, mas no PS3 também. É aquele tipo de jogo que vale a compra do console!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Games - Análise: Castlevania - Lord of Shadows (Xbox 360)


Se você gosta de vídeo-game e estava no planeta terra no dia 29 de Janeiro de 2011, certamente irá se lembrar do “Dia do Jogo Justo”, data na qual o projeto de mesmo nome, em parceria com algumas lojas, comercializaram diversos jogos com preços abaixo do mercado (Simulando uma isenção de impostos). Para incentivar o projeto resolvi comprar Castlevania: Lord of Shadows para o Xbox 360. De lá pra cá o jogo ficou guardado na minha gaveta e só fui começar a jogá-lo esta semana. E olha amigos, se eu soubesse que este jogo era tão bom, teria jogado antes!

Não vou fazer uma análise muito detalhada, pois o jogo já é relativamente antigo e provavelmente você já deve ter jogado ou ao menos lido diversas análises sobre ele antes.

Gráficos: Lord of Shadows é um dos jogos mais bonitos do Xbox 360. É impressionante o cuidado da produtora com cada detalhe no cenário. O personagem principal (Gabriel Belmont) está muito bem detalhado, desde a fisionomia do rosto até a sincronia labial durante as CGs que ocorrem no meio do jogo. Outro ponto que se destaca é a variedade de lugares que a aventura desenrola, passando por florestas, cavernas, montanhas, etc.

Som: O jogo é repleto de músicas orquestradas, combinando totalmente com a aventura épica do jogo. Outro ponto de destaque é a excelente dublagem dos personagens e a sincronia labial.

Jogabilidade: O jogo segue a boa e velha forma de God of War, inclusive há diversos elementos nitidamente inspirados (Ou seria copiados) da franquia exclusiva da Sony. Se você jogou God of War antes, certamente se sentirá em casa jogando Lord of Shadows. Todos os principais elementos estão aqui, mudando uma coisinha aqui ou ali. Outro jogo que Lord of Shadows se inspira é em Shadow of Colossus (Também da SONY) com seus chefes gigantescos e batalhas memoráveis. Logo no primeiro chefe você terá um gostinho da grandiosidade destas batalhas.

Enredo: A história do jogo é ótima, nela encarnamos Gabriel Belmont, um cavaleiro da ordem Brotherhood of Light, que combatem ameaças contra a humanidade. Gabriel é um homem atormentado pela morte da sua mulher e desde então, luta para trazê-la de volta à vida. A única maneira de conseguir isso é utilizando os poderes da God Mask, que só poderá ser obtida após a morte dos 3 Lord of Shadows (Tá aí a razão do título do jogo). Em sua jornada Gabriel encontrará personagens importantes, tendo algumas revelações importantes sobre sua história.

Conquistas: As conquistas do jogo são relativamente fáceis de conseguir, basta zerar o jogo na dificuldade mais alta para abrir a maioria delas.

Conclusão: Lord of Shadows é um belíssimo jogo de ação que recomendo a todos. O jogo não possui multiplayer, porém certamente você gastará mais de 20 horas para terminar a história principal. AH, e se você é daqueles que curtem fazer 100% num jogo, prepare-se, serão no mínimo mais umas 6 a 10 horas de jogatina para conseguir todas as conquistas e buscar os colecionáveis. Lord of Shadows é disparado um dos melhores jogos da franquia Castlevania, portanto se você gosta de jogos de ação, e principalmente se você é fã da série, não deixe de jogá-lo. Vale muito a pena!

Nota: 9

sexta-feira, 4 de março de 2011

Games - Análise: Uncharted Drake's Fortune [PS3]


Olá pessoal. Primeiramente peço desculpas pela falta de POSTS no Blog nos últimos dias. Acabei passando por um problema pessoal extremamente complicado e só agora voltei a ter ânimo para retomar o BLOG.

Bom, desculpa dada, agora vamos ao que realmente interessa.

Há duas semanas acabei adquirindo meu segundo console, o Playstation 3. O principal motivo que me levou a investir no console, foi a vontade de experimentar seus magníficos jogos exclusivos.

O primeiro deles foi Uncharted: Drake’s Fortune e é dele que quero falar um pouco neste POST.

Se você perguntar para 10 donos de Playstation 3, qual é a melhor franquia disponível para o console, 9 vão mencionar Uncharted. Hoje, depois de terminar o jogo, posso dizer que me incluiria facilmente nestes nove.

Não vou fazer uma análise detalhada do jogo, pois creio que 99% dos jogadores de PS3 já tiveram a oportunidade de jogá-lo pelo menos uma vez.

Desde o início Uncharted impressiona, começando pelos gráficos, que mesmo sendo um jogo relativamente antigo, continua excelente. A cada fase você vai notando o trabalho magnífico da equipe de arte, com diversas fases inspiradíssimas, passando por florestas, cidades abandonadas, templos, fábricas, etc.

Outro ponto de destaque é a jogabilidade, tudo muito natural, tanto nos momentos de ação como tiroteio, até nos momentos de exploração como as acrobacias mirabolantes que o personagem aplica em suas escaladas. Se eu tivesse que apontar um problema neste quesito seria a dificuldade de matar os inimigos. Não é raro você descarregar um pente de balas no peito do inimigo e não vê-lo cair. Isso me incomodou um pouco, principalmente nas dificuldades mais elevadas, porém nada que tire a diversão do game em si.

O som também está excelente. Se você tem um bom Home Theater, prepare-se para colocá-lo para trabalhar, pois o jogo possui áudio DTS (5.1).

Jogar Uncharted é a mesma coisa que assistir um filme do Indiana Jones pela primeira vez. Quem nunca se imaginou na pele de um caçador de tesouros, viajando o mundo todo atrás de pistas que leve a uma fortuna capaz de mudar a sua vida? Esse é o espírito de Uncharted. Você não quer parar de jogar até ver o fim da história.

Infelizmente a campanha não é das mais longas, mas creio que está na medida certa. O único fator replay do jogo é jogar nas dificuldades mais elevadas e correr atrás dos troféus para “platinar” o jogo. Mesmo assim recomendo a compra. É um clássico obrigatório na coleção de todos os jogadores de PS3. Agora é jogar o segundo jogo, que dizem ser melhor ainda. Não vejo a hora de começar. Assim que terminá-lo, faço uma breve análise aqui também. Valeu pessoal!

Nota: 9,5

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Games - Análise: EA MMA 2010


Como vocês puderam ver no POST anterior, recentemente adquiri EA MMA 2010 para o Xbox 360. Desde que comecei a jogá-lo, não parei mais devido ao viciante modo carreira. E baseado nele é que farei esta análise, já que até agora a Microsoft Brasil e a EA não resolveram o problema de compatibilidade do ONLINE PASS impedindo que eu utilize o jogo nos modos ONLINE.

Uma das minhas maiores preocupações com este jogo era a complexidade de comandos, já que MMA envolve todos os estilos de luta, portanto golpes a serem aplicados é o que não faltam. Graças aos céus a EA se preocupou com isso adicionando um modo chamado MMA 101, que nada mais é do que um tutorial bem completo ensinando os comandos básicos para você começar a se aventurar no ringue. Mas se você não tem muita paciência para tutoriais, não se preocupe, caso você opte por começar a carreira sem passar por este modo de treino, o jogo não te deixará na mão, explicando em detalhes os comandos básicos e dosando a dificuldade das lutas conforme você progride na carreira.

Logo que você inicia a carreira, o jogo te dá a opção de criar seu próprio lutador. O que eu mais gostei foi a utilização do Game Face, recurso onde você pode utilizar o seu rosto no seu lutador virtual. Além disso, há uma infinidade de recursos que permitem que você crie um lutador único, desde características do corpo até roupas e tatuagens.

Após criar seu lutador, você iniciará os treinos para sua primeira luta de MMA. Seu técnico irá te ajudar com isso, te dando dicas valiosas conforme sua carreira progride. No início você fará treinos na sua academia local, porém com o tempo, você será convidado a viajar para algumas das academias mais famosas do mundo, para treinar estilos de luta diferentes. Há a academia do Randy Couture, do Rickson Gracie, e por aí vai. E falando em treino, uma das coisas mais chatas do Fight Night (Jogo de boxe da EA) eram os treinos. Você tinha que jogá-los e completá-los com maestria para conseguir o total de atributos que o treino lhe proporcionava. No EA MMA, isso foi melhorado, fazendo com que você faça o treino e baseado no seu desempenho, você receberá uma nota indo de D até A. Conseguindo completar o treino conforme estabelecido e tirando a maior nota, a próxima vez que você quiser fazer este treino, você pode simulá-lo ganhando os pontos baseado na sua nota, ou seja, você treina a primeira vez manualmente, tira a maior nota e da próxima vez basta simulá-lo sem perda de pontos por isso. Tal recurso deu uma agilizada no modo carreira, fazendo com que os treinos sejam muito mais dinâmicos de serem executados. E o mais legal é que conforme você vai treinando, novos modos de treino vão aparecendo e ao contrário dos treinos de Fight Night, os treinos do EA MMA são divertidíssimos de serem realizados.

Outra coisa importante são os golpes especiais que você vai liberando no decorrer da carreira. Como eu disse, você tem a opção de viajar para diversas academias espalhadas ao redor do mundo e em cada academia há alguns golpes especiais para serem desbloqueados. A cada visita, você desbloqueia um caso cumpra os requisitos desejados pelo seu treinador. São 16 golpes no total e todos enriquecem o portfólio de golpes do seu lutador fazendo com que você sinta uma melhoria a cada golpe conquistado.

A progressão da carreira em EA MMA é excelente. Você treina por 8 semanas e cada treino conta como 1 semana, portanto são 8 treinos antes de uma luta oficial. Conforme você vai vencendo, seu lutador vai recebendo convites para disputar campeonatos pelo mundo afora, conquistando prestígio e títulos no decorrer da carreira. A cada luta sai uma reportagem falando do seu desempenho, e acreditem, elas são muito interessantes. Vale a pena ler cada uma delas, pois elas nunca soam genéricas, falando detalhadamente o que realmente aconteceu na luta. Só para exemplificar, eu lutei uma luta de defesa de cinturão contra o antigo campeão. Quando ganhei o título encima dele o repórter disse que a luta foi extremamente disputada, mas que num lance de sorte consegui nocautear o campeão e conquistado o título. Na luta “revanche”, dominei o combate e apliquei um nocaute monstruoso no cara que fez meu adversário literalmente apagar e cair de costas no chão. Após o término da luta, este mesmo repórter disse que ele foi obrigado a calar a boca e reconhecer que eu realmente era o verdadeiro campeão. (Rss) Detalhes como esse enriquecem o jogo fazendo com que a imersão seja ainda maior.

Outra coisa importante que vale citar é que você não irá enfrentar nenhum lutador conhecido no início da sua carreira. Isso é muito bacana, pois faz com que você sinta realmente que para chegar lá, você tem que suar a camisa. Quem jogou Fight Night sabe o quão irritante era lutar contra Mike Tyson ou Ali logo no início da sua carreira. E pior, nocauteá-los mesmo sendo um lutador no início de carreira. Isso fazia com que o jogo se tornasse irreal, e felizmente a EA corrigiu tal falha no seu jogo de MMA.

Bom, mas falei demais do modo carreira, e os quesitos técnicos do jogo? Vamos a eles.

Gráficos: Simplesmente magníficos. O nível de detalhe é tão grande, que você consegue visualizar o suor dos lutadores conforme a luta progride. Além disso, as feridas vão sendo abertas com o decorrer da luta, fazendo não só com que o rosto dos lutadores fiquem ensangüentados, mas o ringue também. Manchas de sangue vão aparecendo gradativamente, ficando ainda mais nítidas nas arenas com o solo branco.

Jogabilidade: Quem jogou Fight Night antes se sentirá em casa ao jogar EA MMA, isso porque o sistema de combate é igual ao jogo de boxe da EA. Os golpes são aplicados através da alavanca direita e os outros botões servem como complemento na execução. Por exemplo: Aperte LT + Alavanca direita, e você dará chutes; Aperte RB + Alavanca direita, e você dará socos baixos, e por aí vai. É um sistema consagrado que faz com que o jogo se torne mais simples, fazendo com que toda aquela avalanche de golpes seja aplicada naturalmente.

Som: Os efeitos sonoros estão competentes, fazendo com que você ouça com nitidez o impacto dos golpes, instruções do árbitro e do seu treinador durante o combate, barulho da torcida, locutores/comentaristas narrando o combate, etc. Parece uma luta de MMA de verdade confundindo quem passa na frente da TV.

Para finalizar, se eu tiver que apontar um defeito no jogo, seria a falta de lutadores famosos licenciados, isso porque a maioria esmagadora de lutadores estão afiliados ao UFC e como todos sabem, a THQ é a responsável pelo jogo oficial do UFC e conseqüentemente, só sobraram os lutadores menos conhecidos para a EA filiar. Bom, pelo menos temos o melhor lutador do mundo disponível no jogo (Fedor). (Rss). Tirando este pequeno detalhe, se você curte jogos de luta, não perca EA MMA 2010. Na minha opinião ele é disparado o melhor jogo de luta que já joguei no Xbox 360. Extremamente divertido que só não fez com que a minha experiência fosse maior e mais divertida devido ao problema com o ONLINE PASS. Recomendo a compra (Lógico, se sua conta na Xbox LIVE for americana até que este problema de incompatibilidade seja resolvido).

Nota: 9

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Games - Análise: Kinect e alguns jogos


Como prometido, após fazer um teste mais apurado do KINECT na casa de um grande amigo meu, aqui estou para fazer uma análise detalhada do acessório.

Antes de começar, gostaria de confirmar duas verdades:

1) O KINECT é realmente um acessório fantástico!

2) O KINECT exige espaço para jogar. E não é pouco espaço!

Cheguei ao apartamento deste meu amigo por volta das 15:00 HRS. Como ele mora em prédio, subi os 21 andares e quando a porta do elevador abriu, já pude escutar as risadas vindas do apartamento dele. Eles estavam jogando Dance Central junto com outro casal de amigos. É interessante que nenhum deles curte música POP, mas ao vê-los dançando Lady Gaga, não pude conter a risada. Ali já pude atestar o efeito que o KINECT traz, que é justamente a diversão e a euforia (E micos generalizados também, porque não... Rss).

Dance Central [Versão DEMO]

Dance Central é sem dúvidas, um dos melhores jogos desta leva inicial do KINECT. A precisão de captura dos movimentos é impressionante. Já havia tido esta impressão no evento do PXB, mas testando com mais calma, acabei me surpreendendo ainda mais. O jogo é uma verdadeira “academia de dança”, pois antes de começar a música, você tem uma espécie de tutorial onde um instrutor te passa todos os passos detalhadamente. E não pense que você conseguirá trapaceá-lo (Rss), você terá que executar os movimentos com precisão, caso contrário o jogo reduz a batida da música, executando os passos mais devagar para que você acerte e dê continuidade na música. Resumindo: Prepare-se para parar as baladas daqui pra frente! (Rss) Ao contrário de ROCK BAND/GUITAR HERO, a junção do KINECT e o Dance Central consegue unir a diversão ao aprendizado.

Joy Ride [Versão DEMO]

Depois de jogar bastante o Dance Central (E olha que eram só duas músicas na versão DEMO), partimos para o Joy Ride. Foi o único jogo que eu testei realmente no evento do PXB e minhas impressões não foram muito boas. Depois de jogar bastante neste final de semana, minha opinião continuou a mesma. O jogo peca pela simplicidade. A precisão dos movimentos não é tão precisa quanto a dos outros jogos e continuo achando que teria sido melhor se a Microsoft tivesse lançado este jogo direto pela XBLA sem a utilização do KINECT. Como vocês devem saber, Joy Ride é uma cópia descarada de Mario Kart e temos condições de soltar itens para atrapalhar os outros adversários. É aí que está a pior parte da jogabilidade, lançar o item. Acreditem, é horrível. Você precisa levantar o braço esquerdo para lançá-lo, fazendo com que você só tenha condições de fazer isso nas retas. Para piorar, devido a imprecisão dos movimentos de Joy Ride, freqüentemente você verá este movimento não ser captado, impedindo de soltar o item naquele instante. Isso atrapalha muito, pois o não lançamento do item naquele momento pode ser crucial para decidir a corrida a seu favor. Apesar destes problemas, me diverti um pouco com ele. Creio que não vale a pena comprá-lo agora. Eu esperaria um usado ou uma redução drástica no preço do novo.

Your Shape: Fitness Evolved [Versão DEMO]

Aí está um jogo que me surpreendeu bastante, apesar de ter experimentado apenas uma modalidade. Your Shape será (Como ele mesmo se intitula) seu Personal Trainer em casa. Logo no início o jogo calcula suas medidas e já parte para programas de exercícios colocando-o para suar e queimar algumas calorias. Infelizmente na versão de demonstração só temos uma modalidade. Nela, somos colocados de frente para alguns blocos que vão aparecendo nos cantos da tela. Seu objetivo é quebrá-los utilizando socos altos e baixos, fazendo com que você trabalhe bastante os braços e o quadril. É uma academia virtual! Não sei como serão os outros modos de jogo, mas me surpreendi bastante com Your Shape. De olho nele!

Kinect Adventures [Versão FULL]

Já eram passadas 17 horas e o jogo do Corinthians já havia começado. Você deve estar se perguntando: “Tá SAM, mas o que diabos o KINECT tem a ver com isso?”. Eu respondo: TUDO. Como eu disse no início desta análise, o KINECT consegue encantar qualquer um, até o mais fanático torcedor do Corinthians (Rss). O anfitrião é fanático pelo clube paulista (Carinhosamente chamado por mim de Gambás... Rss) e por causa do KINECT, ele nem se interessou em ver o jogo! Ele deixou uma televisão ligada no quarto dele e ficou na sala se divertindo com a galera. Olha, eu jamais pensaria que isso poderia acontecer! (Rss). Foi até estranho!

Isso é o KINECT!

Bom, falando do Adventures, foi o único jogo completo que pude testar. Sem dúvidas, o jogo perfeito para vir acompanhado ao acessório. Ele possui diversos modos que exploram bastante os recursos do KINECT. Há mini-games onde você irá tapar buracos dentro de um Aquário, onde para isso você irá utilizar os braços, pernas e até a cabeça. Hilário, diga-se de passagem! Você jogará uma espécie de Squash com o corpo, rebatendo bolas para quebrar blocos em uma parede. Você será colocado em um bote e descerá corredeiras, trabalhando diretamente com o seu companheiro caso esteja jogando em dupla. Há também um modo bem divertido onde você estará numa espécie de carrinho e terá que desviar de obstáculos pulando, abaixando e indo para os lados, não esquecendo é claro de recolher as moedas que passam pelo caminho. São mini-games divertidos que fará que você jogar por horas e horas sem ver o tempo passar. Fora que o jogo possui um modo “carreira”, onde você terá que completar os desafios, ganhando recompensas no final. E acredite, as recompensas são hilárias, principalmente a da estátua viva (Não vou detalhar para não estragar a surpresa). Ao final de cada partida, fotos dos jogadores serão exibidas, arrancando gargalhadas de todos na sala. Kinect Adventures é muito melhor do que eu pensava. A captura dos movimentos se mostrou muito precisa e me diverti muito com ele.

Análise do espaço necessário para jogar

Bom, depois de jogar bastante, tive que ir embora, mas antes resolvi fazer um teste de espaço para ver se conseguiria jogar com o KINECT no meu apartamento. Tenho 2,09M entre a TV e a parede onde fica encostado o sofá, que terá que ser removido para ter esta distância, diga-se de passagem! (Rss).

A sala do meu amigo é bem grande, portanto deu para jogarmos tranquilamente. Fiz uma medida com uma trena, limitei os 2 metros que eu teria no meu apartamento e pedi para o KINECT calibrar naquela distância. A resposta do KINECT: Seu espaço de 2M é suficiente, porém você não poderá jogar com duas pessoas. Pois é galera, confirmo mais uma vez que para jogar o KINECT, é necessário ter no mínimo 2,5M, afinal o principal atrativo do acessório é jogar com os amigos. Fiquei um pouco decepcionado quanto isso, pois infelizmente não poderei comprar o acessório num primeiro momento. Terei que estudar alguma forma de conseguir espaço lá em casa e principalmente, convencer a esposa a me ajudar nisso! (Rss).

Bom, contratempos a parte, o KINECT é sem dúvidas uma revolução. Um acessório fantástico que mudará a forma como as pessoas enxergarão o ato de jogar. Se você tem espaço em casa e dinheiro para comprá-lo, não pensaria duas vezes. Já estaria procurando um para comprar. Tenho certeza que você não irá se arrepender.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Games - Análise: RDR Undead Nightmare [DLC]


Red Dead Redemption é um jogo fantástico. Fortíssimo candidato a ser considerado o melhor jogo do ano em 2010, RDR (Como é conhecido) se tornou um clássico instantâneo desde que foi lançado. Demorei um certo tempo para terminar a campanha de RDR pois procurei me atentar a todos os detalhes do game e degustar essa obra de arte com a menor pressa possível. Após o término da campanha principal, ficou um gostinho de quero mais e por causa disso, resolvi comprar o último DLC do jogo chamado "Undead Nightmare".

Nesta análise não vou me atentar aos quesitos técnicos do jogo como gráficos, som, etc, pois eles já foram abordados neste post. O principal objetivo será avaliar se realmente vale a pena a compra deste DLC ou não.

Antes de iniciar a análise, vale ressaltar que é extremamente importante que você tenha zerado a campanha principal do jogo, para só assim começar a jogar este DLC. Undead Nightmares inicia [spoiler on] no momento em que John Marston volta a viver em seu rancho com sua família logo após ter acabado com seus maiores rivais [spoiler off]. No que parecia ser um dia normal, acaba se transformando em um pesadelo quando toda sua família é transformada em Zumbis. Quando John sai para buscar ajuda, ele acaba descobrindo que o problema é uma epidemia que tomou conta de todo o velho oeste, cabendo a ele não só buscar a cura para salvar sua família, como lutar contra zumbis espalhados por todo o canto.

É interessante ressaltar a decisão da Rockstar em criar uma campanha totalmente nova, abordando um assunto totalmente diferente da história principal. Não mudou só a história, mudou o tema, portanto ao jogar Undead Nightmares você terá a sensação de estar jogando outro jogo. E melhor, não muda só a história e o tema abordado, muda também alguns pontos da jogabilidade que irei abordar mais a frente.

Por estar incluindo alguns elementos de terror na história, nota-se um trabalho magnífico da Rockstar em mudar os cenários do jogo. Aquele ambiente na qual estávamos acostumados na história principal, muda tudo ao revisitarmos na campanha de Undead Nightmares. As cidades estão desertas, tomadas por zumbis e criaturas horripilantes. As casas estão com as janelas e portas trancadas, dando a nítida impressão do terror pelo qual os moradores passaram quando se depararam com a proliferação dos zumbis. Ao cavalgarmos pelo velho oeste, dificilmente encontraremos aquele ambiente ensolarado e tomado pela fauna local. Na maior parte do tempo o sol dará lugar a neblina e os animais serão escassos no deserto. É aquela tensão o tempo todo, pois muitas vezes poderemos ser abordados por uma horda de zumbis ou alguma criatura horripilante.

E não só a questão da ambientação mudou, a jogabilidade sofreu alterações também, pois agora a munição é extremamente contada, pois as lojas de armas estão fechadas e para conseguir munição, só abrindo baús espalhados pelos mapas ou revistando algum corpo no chão. E se isso não fosse suficiente para dificultar nossa vida, saiba que os zumbis só morrem com tiros na cabeça, portanto além de ter que poupar munição, você terá que ser preciso nos tiros acertando bem no meio da testa das criaturas, portanto a importância do Dead Eye é ainda maior em Undead Nightmare. Muitas vezes me peguei correndo igual um louco dos zumbis, pois além de rápidos, eles atacam em bandos, fazendo com que cada batalha seja uma adrenalina total.

As missões secundárias e os challenges ainda estão lá, porém totalmente diferentes da campanha principal. E para a nossa felicidade, elas continuam mantendo a ótima qualidade, tornando o jogo longo e prazeroso de se completar por inteiro.

A campanha de Undead Nightmares dura cerca de 10 horas. Ainda não cheguei até o final dela, pois como fiz com a campanha principal, estou jogando aos poucos para degustar ao máximo o que o jogo tem a me oferecer. Ouvi alguns relatos de decepção com relação ao final da história, por ele não ser tão grandioso quanto foi o final da história principal, porém isso depende do ponto de vista de cada um. Prometo que assim que eu finalizar este DLC, voltarei aqui e editarei este POST com minhas impressões finais.

E não é só a campanha que temos neste DLC, foram adicionados dois novos modos no Multiplayer chamados Undead Overrun onde você enfrenta hordas e hordas de zombies com seus amigos e o Land Grab, um modo integrado ao Free Roam, que consiste em diversos locais espalhados pelo mapa para serem conquistados e defendidos por apenas 1 jogador. Há também 8 novas skins de undeads para serem usadas.

Como vocês puderam ver acima, Undead Nightmare é um DLC completo e, até agora, posso dizer que ele é disparado um dos melhores que tive a oportunidade de comprar/jogar. Pelo ótimo preço (800 Microsoft Points), vale muito a pena. A Rockstar mostrou mais uma vez respeito aos jogadores colocando um DLC muito bem feito a um preço acessível, ao contrário de mercenárias como a Activision que cobra 12000 MsPoints por 4 ou 5 mapas. Parabéns à Rockstar mais uma vez!

Nota: 9,5

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Games - Impressões Iniciais da LIVE Brasil


No meu POST anterior, listei alguns pontos positivos e negativos (OK, não teve nenhum negativo, mas tudo bem) sobre a migração da LIVE BR.

Pois bem, depois de utilizá-la com mais calma, creio que já posso fazer uma breve análise do que achei desta mudança até aqui.

Bom, uma das primeiras coisas que estranhei foi a falta de conteúdo. Infelizmente só temos dois jogos completos para serem baixados, quer dizer, um só, afinal Halo Waypoint não é jogo (Rss). O outro é o ruinzinho Dead Space Ignition.

Complementos de jogos (DLCs) já temos um número razoável, porém muito, mas muito menor do que o que estávamos acostumados na LIVE US. Ontem por exemplo fui tentar comprar as mesas do Pinball FX 2 e não consegui. O conteúdo não está disponível na Live brasileira.

Há diversos vídeos de jogos também, mas não espere vídeos exclusivos como estávamos acostumados na LIVE US, dando dicas de jogos, conquistas, reportagens, entrevistas, etc. A grande maioria são vídeos mostrando gameplay de jogos, e só.

No caso das demonstrações, nós temos um número razoável de jogos. Há muita coisa lá, inclusive demonstrações mais novas com a do NFS: Hot Pursuit. Ainda não dá pra saber se as novas demonstrações que forem saindo na LIVE US serão lançadas por aqui no mesmo dia, mas por enquanto neste ponto estamos razoavelmente bem servidos.

Não posso deixar de criticar também a falta de tradução em alguns menus da DASH. Há alguns em espanhol e inglês.

Ah, e quase me esqueci, nós temos alguns itens de AVATAR para serem comprados, mas vocês vão me desculpar, eu acho isso a coisa mais ridícula do Marketplace. Gastar dinheiro para vestir um bonequinho virtual é utopia pra mim. (Rss) Já não chega o gasto que eu tenho para comprar roupas pra mim, ainda querem que eu gaste com roupas para um bonequinho virtual? (Rss) Tô fora! (Rss).

Mas e a jogatina ONLINE? Como foi? Foi tranqüila, afinal isso não muda nada pois os servidores continuam localizados nos EUA.

Mas nem tudo é ruim na LIVE BR, como eu disse no POST anterior, os preços da assinatura da LIVE e dos Microsoft Points estão ótimos e a facilidade para comprá-los também está bem interessante.

Bom, por enquanto é isso que tenho pra colocar. Como vocês viram acima, tirando o último parágrafo, só apontei defeitos não é mesmo? (Rss) Ao contrário do que eu fiz no POST anterior.

Não vou ser extremista aqui e falar mal da Microsoft por todos estes problemas que estamos encontrando, afinal hoje completamos apenas 1 dia de LIVE Brasil, certo?

Só acho que eles deveriam ter oferecido um pouco mais de conteúdo para o lançamento. Muitos migraram pela empolgação de ter o serviço oferecido aqui no Brasil (Inclusive eu) e fizeram isso como uma forma de incentivar/apoiar a Microsoft Brasil.

Acho isso fantástico, mas se analisarmos friamente até aqui, fica impossível indicarmos para qualquer amigo a migração de conta.

HOJE, eu digo, HOJE, não vale a pena migrar. Eu comprei 1000 Microsoft Points ontem e até agora não sei no que gastar, afinal não temos o que comprar a não ser complemento de jogos.

Estou na LIVE BR hoje porque sempre lutei para que a Microsoft Brasil lançasse o serviço por aqui. Já briguei muito no Portal Xbox e no fórum oficial do XBOX no Brasil solicitando tal coisa, portanto seria hipocrisia da minha parte não migrar após o serviço ter sido oferecido.

Apóio a iniciativa e bato palmas para a Microsoft BR, porém a partir daqui, só me resta ficar de olho com relação a atualização da LIVE Brasil. O primeiro passo foi dado e estamos felizes por isso, mas não adianta nada lançar a LIVE por aqui sem atualizações constantes de conteúdos! E pior, faltando capricho até em tradução de menus na DASH.

Se você é fanboy da Microsoft e torceu o nariz para o meu POST dizendo que estou sendo exigente demais, você pode até ter certa razão, MAAAAASSS lembre-se caro amigo leitor, ontem eu paguei R$ 89,00 pela assinatura de 12 meses e gastei mais R$ 25,00 em Microsoft Points, ou seja, não estou lá de graça. Estou pagando pelo serviço, portanto como todo cliente, só me resta continuar exigindo que o meu fornecedor (Neste caso a Microsoft Brasil) continue oferecendo conteúdo para que o meu investimento valha à pena!

Estou feliz? Muito. Totalmente satisfeito? Nem tanto. Só me resta torcer para que não tenhamos LIVE somente pra fazer número. Torçamos para que este lançamento decepcionante (Pelo menos pra mim) não seja uma demonstração do que teremos no futuro. Vamos torcer para que a partir daqui, só tenhamos boas surpresas. O passo inicial foi dado, agora é continuar caminhando!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Games - Análise: Need for Speed: Hot Pursuit [Demo]


Need for Speed pode não ser a melhor franquia de jogos de corrida da atualidade, mas certamente é uma das mais queridas (Se não for a "mais querida"). Lembro quando joguei o primeiro Need for Speed no computador, foi amor a primeira vista. De lá pra cá a série lançou verdadeiros clássicos, como por exemplo Hot Pursuit 1 e 2 e os divertidos Underground 1 e 2 (Sim, eu gostava bastante desta "fase" de NFS, ao contrário de alguns). Porém após Underground, a série entrou numa crise horrível e foi um jogo ruim atrás do outro sendo lançado. A reviravolta começou no ano passado quando lançaram Need for Speed Shift. Apesar de não ser um NFS de verdade, afinal a série sempre foi conhecida pela sua jogabilidade arcade, Shift foi uma bela surpresa.

Eis que agora a série volta às raízes com Need for Speed: Hot Pursuit desenvolvido pela Criterion (Produtora conhecida pela série Burnout). Ontem tive a oportunidade de jogar a versão de demonstração disponibilizada na LIVE e me diverti tanto que resolvi criar este post para falar um pouco das minhas impressões do jogo.

A primeira coisa que me chamou a atenção foi a interatividade do jogo com a sua lista de amigos. Logo nos menus você já tem avisos mostrando os tempos dos seus amigos e até frases com desafios do tipo: "Fulano acabou de bater seu tempo na pista tal. Dê o troco agora mesmo" (Algo assim). Tem até um mural onde seus amigos podem escrever alguma coisa, fazendo com que a interação e a rivalidade estejam em alta o tempo todo. Não sei se no jogo FULL teremos isso, torço que sim, mas gostei bastante desta novidade.

Na versão DEMO temos apenas dois modos disponíveis. Um modo onde disputamos uma corrida simples em uma estrada repleta de atalhos e um modo onde assumimos o papel de um policial com o objetivo de acabar com o racha dos corredores. Entre os dois modos, o segundo é disparado o mais divertido. Você como policial terá alguns "truques na manga" para acabar com a festa dos corredores, como por exemplo: bloqueios na estrada, bloqueadores elétricos, etc. Na DEMO não temos todas estas "armas", mas já deu para notar que a "bagunça" com os amigos na LIVE estará garantida. Tenho certeza que será o modo mais jogado por mim e minha lista de amigos.

Tecnicamente o jogo não é perfeito, mas cumpre bem o seu papel. Os gráficos estão bons, mas longe de ser um Forza 3, por exemplo. Nota-se alguns detalhes bacanas nas paisagens e nos detalhes dos carros, mas não é aquele foto-realismo que encontramos em alguns jogos de corrida. Sobre o som não dá pra falar muito, só há duas músicas que tocam durante a corrida e gostei bastante de ambas. Os efeitos sonoros estão bacanas e jogado num bom Home Theater, certamente a imersão será ainda maior. Agora o ponto mais polêmico é a Jogabilidade. Alguns detestaram, outros gostaram. Lembro que o foco neste jogo é a jogabilidade Arcade, ou seja, longe de ser um simulador de corridas. Não sou nenhum especialista do gênero, mas achei razoável a jogabilidade. O carro sai de traseira quando você faz as curvas e é relativamente duro para virar. Confesso que no início "torci o nariz", mas depois de jogar algumas vezes, me acostumei e passei a me divertir bastante com o jogo.

Ainda não decidi se farei a pré-compra de Need for Speed: Hot Pursuit, provavelmente não farei. Vou esperar o jogo ser lançado para ler algumas análises de sites e amigos que comprarão o jogo antes de mim. Mas uma coisa é certa, cedo ou tarde, Need for Speed: Hot Pursuit entrará na minha humilde coleção de jogos. Certamente este jogo será um dos mais divertidos do gênero!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Games - Análise: FIFA 11


Não vou ficar enrolando contando toda a história da franquia antes de iniciar a análise (Odeio isso), portanto vamos direto ao que interessa.

Gráficos: Nesta versão do simulador de futebol, os gráficos estão melhores que os jogos anteriores, porém ainda muito aquém do ideal, principalmente na fisionomia dos jogadores.

Som: Nesta versão há uma novidade fantástica que permite a customização do grito das torcidas pelo próprio jogador, ou seja, é só você gravar o grito das torcidas num CD e passar para o jogo, deixando assim as partidas mais próximas da realidade. Tirando esta agradável surpresa, o restante está tudo igual (Efeitos sonoros fiéis e bem retratados e trilha sonora espetacular).

Jogabilidade: Está mais cadenciada e deixou de ser aquela correria maluca que era na versão anterior. Os passes exigem um maior cuidado por parte do jogador. O contato físico dos jogadores também foi melhorado, porém uma coisa me incomodou bastante: O favorecimento excessivo aos atacantes nas divididas com os zagueiros. Por diversas vezes a bola rebatida ou disputada dentro da área sobrava livre para algum atacante marcar o gol, isso me deixava maluco, pois deixou de ser aquela coisa ocasional para ser algo mais freqüente.

Outro defeito que me incomodou bastante é a falta de resposta nos comandos. Não é sempre que isso acontece, mas de vez em quando perdi a bola para algum atacante adversário por causa disso (Muitas vezes resultando em gol a favor do adversário). Já na Inteligência Artificial, nota-se uma melhoria significativa também, principalmente nas dificuldades mais altas. Acredite: Você vai suar para bater um time considerado fraco no papel, isso porque o jogo está exigindo mais calma do jogador para montar as jogadas, fazendo com que você troque passes o tempo todo a fim de encontrar algum espaço na defesa adversária. Vale ressaltar também que jogar na chuva está mais próximo da realidade nesta versão. Nestas condições, o jogo se torna mais lento, fazendo com que a jogabilidade mude drasticamente, obrigando o jogador a adotar outra postura na hora de jogar.

A questão dos dribles continua a mesma coisa (Difícil de acostumar), porém agora é possível driblar utilizando somente o controle analógico esquerdo. E pra finalizar a análise da jogabilidade, vale destacar também a inclusão de um modo que ajusta a personalidade dos jogadores virtuais baseado nos jogadores reais.

Conquistas: Continua tão chato quanto às versões anteriores. Conquistas chatas como: Fazer gol com a bola batendo na trave; Fazer gol de cabeça com um especialista no fundamento; etc! Detesto as conquistas do FIFA. Não seria melhor se eles adicionassem conquistas que privilegiassem os jogadores que jogam os torneios OFFLINE, ou até mesmo aqueles jogadores que jogam bastante o modo ONLINE, como por exemplo: Vencer xx partidas ONLINE, etc? OK, há conquistas que privilegiam modos OFFLINE e ONLINE, mas são poucas e em modos específicos como o Be a Pro (Da qual eu não sou muito fã).

Multiplayer: FIFA é um dos meus jogos preferidos de se jogar ONLINE. Adoro ligar o meu Xbox 360 por 10 minutos, fazer uma partida rápida e desligar logo em seguida. Quando não se tem tempo, é a melhor coisa. Fora o vício de se jogar contra adversários diferentes toda hora, fazendo com que o jogo nunca enjoe, porém não sei porque, mas desaprendi a jogar FIFA nesta versão. Na versão 09 eu ganhava tudo quanto é partida, já nesta versão eu tenho perdido bastante (Apesar de ter um número de vitórias maior que as derrotas). Creio que preciso me acostumar com a jogabilidade nesta versão, mas acredito que não estou tendo sorte mesmo, pois direto acabo levando gols bobos devido a algumas “panes” na minha defesa. Fora que muitos jogadores na LIVE ficam ajustando seus times antes e durante as partidas, fazendo com que os jogadores que não gostam de ficar alterando esquema tático do time (Eu, por exemplo), tenham certas desvantagens em algumas situações. Mas tecnicamente o modo ONLINE de FIFA 11 está perfeito. Não joguei uma partida sequer que tenha tido LAG. O jogo roda liso que é uma beleza.

Conclusão: FIFA 11 continua mantendo a hegemonia da série, deixando seu principal concorrente comendo poeira (PES 11). O jogo melhorou em muitos aspectos, fazendo com que ele se torne obrigatório na biblioteca de qualquer jogador que ame o esporte.

Nota: 9

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Games - Análise: FIFA 11 [Demo]


Não é novidade pra ninguém que sou fanático por futebol, além de praticar o esporte 3 vezes por semana (4 se a mulher não reclamar... RSS), adoro assistir aos jogos na televisão (FUTSAL inclusive) e, claro, jogar games de futebol no meu Xbox 360.

Jogo de futebol não pode faltar lá em casa, e a cada ano, troco a minha versão atual pela versão mais recente, já que games de futebol saem todo ano. Como FIFA é a melhor série de futebol no momento, esta troca tem sido entre os jogos da franquia. Confesso que a transição mais difícil foi da versão 09 para a versão 10, isso porque na versão 10 do FIFA, a EA alterou drasticamente a jogabilidade, deixando o jogo bem mais rápido e irreal na minha opinião. Lembro que quando joguei a DEMO da versão 10, fiquei extremamente chateado pela mudança, já que o FIFA 09 era bem mais cadenciado e não aquela correria maluca imposta pela versão 10 do simulador. Depois de muito resistir, resolvi migrar a versão e acabei me acostumando (E até gostando).

Porém, eis que no dia 15/09/2010 eu tive a oportunidade de jogar a versão 11 do jogo, e a única palavra que me veio à mente foi: “Sensacional”. A EA conseguiu fazer o que eu sempre queria, ou seja, fez com que a jogabilidade do FIFA deixasse de ser aquela correria da versão anterior deixando o jogo mais cadenciado (Como era no FIFA 09), porém manteve as melhorias de física e IA (Inteligência artificial) da última versão. Resumindo: Uniu o melhor das duas últimas versões em um só jogo, E ISSO MEUS AMIGOS, pra mim é A PERFEIÇÃO.

O jogo está extremamente bem feito em termos de jogabilidade, agora você tem tempo de pensar, proteger a bola e cadenciar mais o jogo, não é mais aquela correria da versão anterior onde bastava tocar rápido pra tudo quanto é lado para deixar seu adversário perdido em campo. No FIFA 11, o que vale é a inteligência para abrir as jogadas, o drible (Que está muito melhor de se executar), e principalmente, a paciência para atacar no momento certo. Isso é futebol!

O contato físico dos jogadores continua em franca evolução, melhorando ainda mais desde a última versão. Nota-se que agora, há chances esporádicas dos jogadores menores, ganharem uma dividida dos zagueiros mais fortes, fazendo com que esta alternância, dê uma realidade maior ao jogo. Além disso, os goleiros estão mais inteligentes, dificultando e muito a sua tarefa em marcar gols. E não é só o goleiro que está difícil de se bater, sempre jogo FIFA na versão mais difícil, e na DEMO percebi que a dificuldade aumentou um pouco. Talvez seja a falta de costume, mas mesmo assim, fiquei feliz por isso, pois agora terei que voltar a jogar FIFA como fazia há dois anos atrás (No FIFA 09, pra ser mais preciso), com mais inteligência, precisão e paciência para achar o momento certo de aplicar certas jogadas.

Além da jogabilidade, bastante comentada acima, notei também uma pequena evolução nos gráficos, principalmente nos detalhes da grama e fisionomia dos jogadores. Já o som, continua a mesma coisa, não notei melhoria alguma, mas isso, na minha opinião, é o que menos importa em um jogo de futebol. Vamos torcer apenas para que haja narração em Português desta vez.

AH, e eu não poderia deixar de falar da inteligência que a EA teve em colocar objetivos na DEMO, como por exemplo: Ganhar 5 partidas, jogar 10 partidas, marcar seu primeiro gol, etc, e cada objetivo cumprido, a EA disponibiliza itens para seu AVATAR no EA SPORT FOOTBALL e até time (Arsenal) e estádio desbloqueados para serem utilizados na própria versão DEMO. Isso incentiva o jogador a jogar a versão DEMO muitas vezes, para não só alcançar os objetivos, mas se acostumar com a jogabilidade e notar todas as melhorias feitas pela empresa. E se você leu algum PREVIEW do FIFA 11, já deve saber que teremos alguns modos de jogos novos e a chance de jogar o BE A PRO com o goleiro, fazendo com que tenhamos partidas na LIVE de 11 x 11, mas não vou entrar no detalhe de cada modo, pois deixarei isso para a minha futura análise do jogo quando ele sair, mas confesso que estou super empolgado com eles.

Finalizando, FIFA 11 está tão bom, que assim que joguei a minha primeira partida, fui direto para o computador e garanti a minha cópia numa pré-venda. O jogo está divino e certamente será o jogo que mais jogarei na XBOX LIVE este ano! Agora só resta iniciar a contagem regressiva para ter o jogo completo em mãos, ÊH dia 08/10 que não chega! (Rsss)!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Games - Mafia II [Demo]: Impressões


Essa semana foi disponibilizado a DEMO de Mafia II na Xbox Live. Confesso que estou de olho em “Mafia II” desde os primeiros vídeos, pois um dos meus jogos favoritos na geração passada foi “The Godfather” (PS2). Como fã de filmes de mafiosos, nada melhor do que poder jogar um GAME que te coloque no papel de um gangster.

Download concluído, jogo iniciado, START apertado e..... Cacete! A primeira decepção: A maldita jogabilidade. A câmera e a movimentação do personagem está horrível. Está longe de ser uma jogabilidade fluída como os jogos da Rockstar (GTA IV, Red Dead Redemption, etc). Além disso, me decepcionei muito com os gráficos, que tanto me chamaram a atenção nos vídeos. Longe daqueles gráficos limpos e bem definidos vistos anteriormente (E antes que alguém fale: “Ah, é problema da sua TV”, saiba que não é este o motivo, pois tenho uma ótima TV ligada ao Xbox 360).

Passada a primeira impressão (Que não foi das melhores), comecei a jogar para ver quais eram as novidades. Depois da decepção, veio a primeira surpresa agradável: A revista no balcão da cozinha (Logo no começo da DEMO). Que beleza hein? E de pensar que tem 50 revistas dessas espalhadas pelo jogo. Prevejo “nerds tarados” caçando estas revistas desesperadamente durante a jogatina. (Rss).

Logo ao sair da casa, escolhi o carro e fui dar uma volta pela cidade. Apesar do mapa ser pequeno, pude notar diversos detalhes interessantes, como muita gente na rua, carros e uma melhoria significativa no gráfico. Pena que os danos no veículo não estão muito legais como em GTA IV, mas cumprem o seu papel.

Uma coisa interessante que notei foi o limite de velocidade e a obrigação imposta ao jogador para andar na linha quando estiver ao volante. Passou do limite de velocidade ou atropelou alguém na rua, se tiver uma viatura por perto (E olha que são muitas), você está ferrado: Será perseguido e se parado, terá que pagar uma multa, preso ou.... usar das habilidades “extracurriculares” de um bom mafioso: A propina. Gostei disso (Rss), apesar de ter certo receio quanto ao comprometimento da diversão por causa destas pequenas restrições.

Confesso que não fiquei vagando muito pela cidade para observar mais detalhes, fui direto para a única missão da DEMO. E é lá que entra outra parte da jogabilidade: O tiroteio aliado ao sistema de cover. A missão é curtíssima, mas deu para ter uma noção da coisa toda. Não está 100%, mas não compromete. O sistema de cover necessita de melhorias, mas o resultado final acabou me agradando (Mesmo com aquela jogabilidade “estranha” com relação à movimentação do personagem).

Terminando a missão, a DEMO acaba e a sensação deixada é um misto de frustração e ansiedade. Frustração pelo fato de não ser tudo aquilo que eu estava esperando e ansiedade por torcer para que estes pequenos problemas na jogabilidade e gráficos sejam corrigidos e que na versão final tenhamos um jogo fantástico. Potencial o jogo tem, pois o roteiro parece ser espetacular, porém para que a diversão seja completa, torço para que tenhamos um jogo tecnicamente perfeito. Vamos ver como a versão final vai se sair! Oremos!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Games - RDR: Primeiras impressões (Complemento)


Após mais algumas horas de jogatina, segue um novo post falando um pouco mais deste jogaço que não sai do meu console desde que o adquiri.

Campanha: A campanha continua sensacional. A história está sendo muito bem desenvolvida e a motivação principal que move o protagonista está sendo revelada aos poucos, fazendo com que você não pare de jogar a campanha pelo simples de fato de querer descobrir o que vai acontecer depois. As missões também estão ótimas, tanto as principais como as secundárias. É muito comum você estar andando no mapa e ser abordado por uma pessoa pedindo ajuda, cabendo a você decidir acatar o pedido ou não. Uma das coisas que eu mais gosto também e capturar os bandidos procurados pela lei. Frequentemente o xerife coloca um cartaz na cidade (O famoso "Most Wanted") e cabe a você procurar o bandido e levá-lo vivo ou matá-lo durante a captura para receber a recompensa. Aí você me pergunta: "Poxa, mas como você vai levar o cara vivo se ele irá atirar em você para se proteger?". É aí que entra um ponto que eu não havia mencionado até então!

Os personagens reagem aos tiros de uma maneira extremamente realista. Se você optar por capturar o chefe de um bando, ao chegar próximo ao local, os bandidos irão recebê-lo a base de tiros. Depois de matar os "capangas", cabe a você capturar ou matar o "alvo principal", que é o chefe da quadrilha que está sendo procurado. Se você optar por levá-lo vivo, a recompensa é maior. Portanto o segredo é utilizar o Dead Eye (Igual ao famoso Bullet time) e atirar na mão para desarmar o bandido ou nas pernas para fazê-lo cair. Fazendo isso, você não irá matá-lo, dando tempo para você pegar o seu laço e imobilizar o bandido. Após conseguir tal feito, basta colocá-lo encima do seu cavalo e levá-lo diretamente para o xerife. Mas saiba que a sua vida não será fácil, pois além de imobilizá-lo, no caminho até a delegacia, alguns capangas do bandido virão atrás de você.

Este tipo de situação fazem de Red Dead Redemption um jogo extremamente divertido e fiel ao mundo do velho-oeste. Você cumpre as missões e side quests com prazer, pois todas são variadas e divertidas de se cumprir.

Outra coisa que vem me surpreendendo bastante é a fidelidade que eles fizeram os ambientes áridos e selvagens daquela época. Certa vez estava eu cavalgando no deserto quando alguns lobos selvagens me atacaram e acabaram matando o meu cavalo. (Rss)

E o que dizer do jogo de pôquer onde já perdi algumas horas nele. É extremamente divertido e fiel ao jogo em si. Blefar no início é fácil, mas depois a coisa vai ficando mais complicada!

Ainda não terminei a campanha, mas estou adorando o jogo cada vez mais! Infelizmente encontrei alguns bugs já relatados por diversos sites que analisaram o jogo, mas isso é muito pouco para tirar o brilho deste jogo fantástico. Com o tempo a Rockstar lança um patch e corrige isso, portanto isso não é motivo para tirar 1 décimo da nota que ele merece, pois além de raro de acontecer, o problema não atrapalha em nada a experiência do jogador.

Multiplayer: Joguei mais um pouco do Multiplayer e já posso falar mais sobre ele. Começando pelo modo "Free Roam", na qual você é jogado no meio do mapa com 16 jogadores espalhados pelo mapa. Neste mapa há diversos objetivos para cumprir. Para ficar mais fácil compreender, é como se fosse a campanha no modo ONLINE, porém com objetivos diferentes. Nele você pode reunir 16 pessoas e sair cavalgando pelo mundo aberto do jogo cumprindo diversas missões. Cada ação cumprida (Como matar um bandido, caçar um animal, etc) conta pontos de experiência que vão desbloqueando novos personagens, cavalos, armas, etc.

Além do tradicional "Team Deatmatch", o jogo possui os seguintes modos multiplayer:

Hold Your Own: É o famoso e tradicional "capture a bandeira", onde cada equipe tem uma bolsa com ouro para capturar ou defender da equipe adversária.

Grab The Bag: O objetivo é capturar uma bolsa de ouro colocada em determinado local do mapa.

Gold Rush: É um modo free-for-all onde vence quem capturar o maior número de bolsas possíveis.

Tive a oportunidade de jogar cada um deles, e na minha opinião, todos se mostraram divertidos de se jogar. No começo você apanha um pouco, pois você ainda possui armas fracas e uma mula para montar (Rss), mas com o tempo você vai abrindo novos itens e a experiência vai melhorando cada vez mais. Agora é reunir os amigos e fazer a bagunça no velho oeste. Continuo impressionado com RDR e se tivesse que dar uma nota hoje, ela seria 10! Jogaço!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Games - Red Dead Redemption (Primeiras Impressões)

Ontem finalmente meu Red Dead Redemption chegou e como não poderia deixar de ser, logo quando cheguei em casa já coloquei o jogo no meu Xbox 360 e iniciei a minha aventura no velho oeste.

Comecei jogando a campanha e depois joguei algumas partidas do Multiplayer com alguns amigos brasileiros. Creio que o tempo total de jogo foi de apenas 3 horas, por isso ainda é cedo para fazer uma análise mais completa do jogo, portanto vou descrever aqui somente as minhas primeiras impressões deste jogo que é forte candidato a GOTY (Jogo do ano) em 2010.

Gráficos: É impressionante o salto de qualidade que a Rockstar conseguiu na sua engine RAGE (A mesma de GTA IV). O cenário do jogo está belíssimo, com muitos detalhes que fazem você ficar babando o tempo inteiro. A mudança climática está fielmente representada, e ter a oportunidade de ver o nascer/pôr do Sol é algo indescritível neste jogo. E o que dizer da chuva? Eu fiquei de queixo caído quando presenciei a chuva pela primeira vez. Se você estiver a noite e começar a chover, o jogo consegue simular até a luminosidade (Clarão) que os relâmpagos emitem, iluminando todo o cenário.

Som: A trilha sonora deste jogo é uma das melhores do ano, senão a melhor. Procure ouvi-la e você saberá o que estou dizendo. Além disso, os efeitos sonoros estão ótimos. O deserto literalmente ganha vida com o barulho dos animais, cavalos, gritos de cowboys, pássaros, cobras, coiotes, etc. Outro ponto de destaque é a dublagem dos personagens, tiveram o cuidado de fazer com que todos os personagens do jogo (Principais e secundários) tivessem aquele sotaque “interiorano”.

Jogabilidade: No começo estranhei um pouco, mas passaram alguns minutos para que eu estivesse totalmente familiarizado com ela. Quem jogou GTA IV, o nível de aprendizado será bem rápido, pois os botões são os mesmos. Atirar também está muito bom, basta apontar a câmera para o inimigo e apertar o LT para o seu personagem mirar a arma diretamente no peito do infeliz. Muito intuitivo e fácil de se pegar o jeito. Atirar encima do cavalo também está muito bem feito.

Enredo: Como eu disse, joguei muito pouco para dar um veredito final ao jogo, principalmente com relação a história. Mas pelo pouco que vi, digo sem medo que o enredo deste jogo promete ser magnífico. A maior prova disso é que eu não consegui parar de jogar, sempre ficando com vontade de continuar jogando para descobrir o que aconteceria depois.

Campanha: A campanha Single Player está fantástica. Pelo pouco tempo que joguei, já foi possível notar de que este jogo será capaz de me divertir por horas e horas. As missões principais são épicas, no começo elas começam relativamente simples, afinal você ainda está se acostumando com a jogabilidade, mas bastam algumas horas para você começar a se deparar com missões capazes de fazer você babar encima do controle. Uma missão mais divertida que a outra. E se você achou que só as missões principais são ótimas, saiba que as missões secundárias são magníficas também. Se não bastassem as ótimas missões a serem cumpridas, o jogo possui diversas coisas para se fazer, por exemplo: Caçar bandidos procurados pela lei e entregá-los às autoridades vivo ou morto em troca de recompensas, caçar e retirar a pele dos animais para vender e arrecadar uns trocados, jogar pôquer, jogo da faca, etc. Há muita coisa para se fazer na campanha single player e certamente ela será responsável por comprometer boa parte da sua vida social, tamanha a diversão que ela proporciona.

Os detalhes é que separam um jogo “bom” de um “clássico” não é mesmo? E é nos detalhes que RDR mostra que é forte candidato a jogo do ano. Gostaria de compartilhar algumas situações que vivenciei no jogo para que vocês tenham uma idéia do que estou falando (É SPOILER, mas recomendo que vocês leiam se quiserem ter uma idéia da genialidade do jogo. Trecho em vermelho):

- Certa vez estava eu cavalgando pelo deserto caçando alguns animais para poder vender suas peles e arrecadar uns trocados. De repente surge um cidadão sentado encima do seu cavalo pedindo para que eu o ajudasse a salvar seu amigo que estava em maus bocados. Prontamente segui o cara até o local do incidente, quando de longe avistei o amigo do cara sendo enforcado por uma gangue de bandidos. Prontamente acionei o DEAD EYE (Tipo um BULLET TIME) e matei todos os bandidos e atirei na corda libertando o pobre coitado da forca. Fantástico, não é mesmo?


- Após completar uma missão, me dirigi até a cidade para vender algumas peles de animais que tinha conseguido. Do nada me deparei com uma senhora que, desesperada, me pediu para que encontrasse o seu marido desaparecido. Aceitei a missão e fui até o SALOON da cidade buscar informações do indivíduo. Consegui encontrar um cara que sabia o paradeiro do marido daquela senhora, só que em troca da informação ele pediu uma dessas duas coisas: Ir até a estação de trem e convencer a mulher dele a voltar para casa, já que eles tinham brigado e ela estava indo embora da cidade ou pagar U$ 5,00 pela informação. Obviamente paguei o valor, pois não sou “terapeuta de casal” para ficar correndo atrás de mulher abandonada. Após descobrir o paradeiro do marido “sumido”, fui até o local apontado por aquele homem. Quando cheguei lá, a surpresa: Era um cemitério e o marido daquela senhora já estava morto há tempos. Sim meus amigos, aquela pobre senhora ficou maluca e ainda estava achando que seu marido pudesse estar vivo. Um momento memorável que fez com que eu me apaixonasse ainda mais pelo jogo!

Multiplayer: Joguei apenas dois modos e entrei no meio das partidas, portanto não dá para detalhar como está o funcionamento do Multiplayer do jogo, modos, etc. Vou falar apenas da experiência que eu tive nessas duas ou três partidas. A primeira foi o famoso “Team Deatmatch”. Aqui nenhum segredo, dois times duelando para ver qual deles consegue o maior número de mortes. O segundo modo foi o também famoso “Capture a bandeira”, onde aqui você tinha que buscar 3 sacolas de tesouro na base do inimigo e levar até a sua base. Nada muito novo, mas suficiente para me fazer ficar empolgadíssimo com a diversão proporcionada pelo Multiplayer do jogo. Os mapas que joguei foram ótimos, muito bem feitos e com diversos pontos de estratégia. E o que dizer dos duelos iniciais, onde antes de começar, as duas equipes se duelam como no velho oeste. (Rss) É escolher um inimigo para atirar e torcer para ninguém te matar e você conseguir escapar da morte quase certa. Tensão total. Foram ótimas partidas, pena que não pude jogar mais, mas o Multiplayer deste jogo promete ser extremamente divertido.

Conclusão: Bom, como um POST de primeira impressão de um jogo, creio que falei até demais. (Rsss) Mas não tem como não falar muito deste jogo. Ele é épico em todos os sentidos. Diversos detalhes que te surpreendem a cada minuto de jogatina. Não tenho como não recomendá-lo a você, caro amigo leitor. Se você ainda não comprou Red Dead Redemption, não perca tempo e pegue este jogo. Mesmo que você não seja fã de SandBox, vale a pena dar uma chance a ele. Jogaço, candidatíssimo a jogo do ano.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Games - 2010 Fifa World Cup South Africa (Análise)


Ontem finalmente chegou meu 2010 FIFA World Cup South Africa. Assim que cheguei em casa, já liguei o Xbox 360 e comecei a jogar. A prioridade inicial foi iniciar a trajetória do Brasil rumo à copa do mundo jogando as eliminatórias (Você também pode optar por jogar somente a COPA do mundo).

Logo de cara já notei uma grande melhoria nos menus. Agora está muito mais simples e intuitivo acompanhar a classificação do campeonato e as novidades relatadas no jornal fictício dentro do jogo. Além disso, o menu é uma verdadeira enciclopédia virtual, relatando dados estatísticos dos países participantes da copa e de cada seleção representante.

Caso você opte por disputar as eliminatórias, saiba que não só os jogos eliminatórios você terá que jogar, mas partidas amistosas também. Além disso, cada resultado influencia diretamente no ranking mundial de clubes. Eu comecei jogando com o Brasil na segunda colocação do ranking mundial, após terminar a primeira fase das eliminatórias em primeiro lugar e invicto, subi para primeiro no ranking mundial.

Agora vamos ao jogo em si. Nesta versão pude notar uma melhoria pequena nos gráficos. O campo está com uma aparência mais real e a fisionomia dos jogadores está muito melhor, aliás, este é o principal avanço da série. Fiquei surpreso com a aparência dos técnicos, o Dunga, por exemplo, está igualzinho, ou seja, feio igual o cão (Rss). Além dos técnicos, a câmera sempre procura focalizar a torcida após um lance de perigo ou durante o intervalo entre uma paralisação. Outra coisa me chamou a atenção foi que o jogo mostra os resultados parciais das outras partidas que estão ocorrendo ao mesmo tempo, fazendo com que a emoção aumente caso você esteja disputando ponto a ponto para se classificar contra alguma seleção nas últimas rodadas do campeonato.

Falando um pouco do som, no geral, gostei do resultado, porém cabe algumas observações. A trilha sonora original da copa está presente e particularmente gostei bastante, tem tudo a ver com a África! Porém o único ponto negativo que eu encontrei foi o barulho da torcida, pelo menos nos jogos eliminatórios. O grito da torcida é o mesmo, seja em qualquer parte da América. E pior, são gritos em espanhol, ou seja, se você jogar com o Brasil em casa, você ouvirá a torcida do Brasil cantando/gritando em espanhol. Eles poderiam ter prestado um pouco mais de atenção neste quesito, pois no FIFA 10, por exemplo, até os hinos dos clubes brasileiros estavam presentes.

Agora se tem uma coisa que fiquei maravilhado nesta edição foi a jogabilidade. Talvez aqueles que jogaram pouco o FIFA 10 não notarão tanta diferença assim, mas eu que jogava praticamente todo dia desde que o jogo foi lançado, logo de cara notei grandes melhorias que me fizeram ficar com um sorriso de orelha a orelha. A principal mudança foi no contato físico entre os jogadores. Agora um combate corpo a corpo está muito mais real, por exemplo, se você utiliza um atacante mais forte para passar no meio da zaga, ao contrário das versões anteriores na qual o desarme era certo, nesta edição nota-se que a disputa está muito mais próxima da realidade, fazendo com que seu jogador não pare caso sofra um primeiro desarme, tendo a oportunidade de roubar a bola novamente dando continuidade à jogada. Outro ponto que gostei bastante foi o comportamento dos goleiros, agora eles não saem em toda bola, fazendo com que seja muito mais difícil fazer gols de cobertura. E o que falar da AI do adversário? (Rss) Está simplesmente espetacular. Como já tenho certa experiência em FIFA, já comecei a jogar no nível mais difícil (Legendary), galera, que coisa maravilhosa disputar uma partida de eliminatórias fora de casa contra uma equipe como Uruguai ou Argentina. Você literalmente sente a pressão e nota-se que a postura do adversário é totalmente diferente quando se joga em casa ou fora. Dentro de casa as equipes são muito mais ofensivas, partindo com tudo pra cima, porém deixando espaços lá atrás para você encaixar um contra-ataque, portanto não basta você saber jogar, você precisa literalmente agir como técnico e bolar uma estratégia para parar o adversário e suportar a pressão. Por diversas vezes me peguei ganhando de 1 a 0 “suado” fora de casa, e ao terminar a partida, a sensação de alívio foi similar a uma disputa real. E jogar com a Bolívia em La Paz? (Rss) Por causa da altitude, você sente que seus jogadores cansam muito mais rápido e a física da bola muda completamente, fazendo com que os chutes de fora da área sejam muito mais perigosos.

Além de toda a melhoria em si nos quesitos técnicos, esta versão conta com excelentes modalidades de jogo, são elas:

Kickoff: Partidas amistosas, podendo jogar com seus amigos OFFLINE ou uma partidinha rápida contra o computador.

2010 FIFA World Cup: Disputa de Copa do mundo OFFLINE, podendo jogar com sua seleção favorita desde as eliminatórias ou diretamente na Copa do Mundo.

Captain your Country: Crie seu jogador e lute para se tornar capitão da sua seleção e levá-la a conquista do mundial. Igual ao BE A PRO do FIFA 10, porém focado na temática do mundial.

Story of Qualifying: Diversos cenários criados para que você jogue e reverta os resultados obtidos na vida real (Exemplo: Disputa entre França e Irlanda onde a França venceu com o gol de mão do Henry. Jogue com a Irlanda e tente reverter o resultado). Muito interessante, porém tem alguns cenários complicadíssimos de completar. Obs.: A EA prometeu disponibilizar novos cenários para Download focado nos resultados da Copa do Mundo.

Online FIFA World Cup: Aqui você pode disputar a copa do mundo ONLINE com diversos jogadores ao redor do mundo. Cada vitória, conta para o ranking mundial do país que você escolheu disputar. Hoje são os mexicanos que estão em primeiro lugar, seguidos da Inglaterra, Itália e Brasil. Ao término da copa do mundo, a disputa irá encerrar e a EA irá divulgar o país campeão mundial “virtual”. Sacada de mestre da EA.

Xbox Live: Sistema de disputa habitual de partidas ONLINE, podendo ser Ranked Match ou Player Match.

Training Ground: Como o próprio nome já diz, aqui você pode treinar todos os principais fundamentos do jogo.

Penalty Shootout: Disputa de pênaltis. Vale ressaltar que houve uma mudança nas penalidades, o que na minha opinião, deixou o fundamento bem mais complicado de ser executado e convertido. Até agora não consegui fazer um gol, mas confesso que não treinei também. (Rss)

Concluindo, 2010 FIFA World Cup 2010 South Africa é um jogo espetacular. Ao contrário do que muita gente pensava, este jogo está longe de ser um caça níquel da EA, e na minha opinião, é a melhor versão da série até aqui, OU SEJA, como FIFA atualmente é rei no quesito futebol, este jogo é a melhor opção atualmente para se adquirir. Recomendo de olhos fechados!

Nota: 9,5

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Games - Revista Xbox - Edição 41

Reportagens e Artigos:

Cartas
360 Graus: O Guarda-roupas supremo (Roupas inspiradas em jogos)
Especial: Futuro Perfeito (Perfect Dark XBLA)
Freeko: Vamos fazer um jogo

Como vocês puderam ver, tivemos poucas reportagens ou artigos nesta edição, e pior, conteúdo pífio. Analisar camisetas de games ninguém merece não é mesmo? (Rss) Este artigo Freeko pra mim é o mais inútil da revista, portanto prefiro nem comentar. E as cartas, as mesmas dúvidas básicas e respostas mais básicas ainda. (Rss) A única coisa que salvou foi a reportagem especial sobre os bastidores da produção do clássico retrô Perfect Dark XBLA, mesmo assim o port do jogo foi tão ruim, que certamente não despertará curiosidade de ninguém, muito menos fará alguém comprar a revista por causa dele. (Rss)

Prévias:

Alan Wake (Capa)
Fifa World Cup 2010
BodyCount
CrackDown 2
Crysis 2
Dead Rising 2
Fable III
Nier
Dead To Rights: Retribution
True Crime
Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned
Sonic the Hedgehog 4: Episode 1
L.A Noire
The Dark Eye: Demonicon

Nossa, dessa vez eles exageraram na quantidade de prévias. (Rss) O mais legal é que eles estão falando de jogos bacanas e alguns até então desconhecidos (Pelo menos pra mim). A única crítica negativa que eu faço é fazer mais uma prévia de Dead Rising 2 e CrackDown 2. Já perdi as contas de quantas eles fizeram nas últimas edições.

Análises:

Perfect Dark (XBLA)
Just Cause 2
Metro 2033
Super Street Fighter IV
Mega Man 10
Moto GP 09\10
Dinasty Warriors: Strikeforce
Prison Break: The Conspiracy

Quando vi a quantidade de prévias que os caras fizeram, logo pensei que as análises seriam escassas, porém me enganei feio. Como vocês puderam ver, tivemos um número considerável de análises, pena que eles viajaram legal em algumas, principalmente na análise de Just Cause 2. Deram nota 7 para o jogo e disseram que um dos defeitos é o jogo "ser meio sem noção às vezes". Pô, mas é aí que está a graça no jogo! O que eles esperavam, realidade pura num jogo com uma proposta totalmente diferente? (Rss) Mas fora isso, preciso tirar o chapéu para os caras, afinal eles foram os primeiros a analisarem SSFIV. Tá certo que deram nota 8 para o jogo, sendo que a maioria das revistas e sites estão rasgando elogios para o jogo, mas tudo bem, a gente releva. (Rss)

Detonado:

Mass Effect 2
Metro 2033

O detonado de Mass Effect 2 está bom, mas não muito completo. Jogadores não muito experientes podem acabar se perdendo um pouco, pois não está muito detalhado, principalmente devido a complexidade do jogo que é gigante por natureza. Já o detonado de Metro 2033 está bem legal. Como o jogo não é dos maiores, a revista conseguiu focar nos pontos principais e detalhar as partes mais difíceis afim de facilitar a vida do jogador.

Dicas:

Trapaças
Dicas de Bandeja: 10 coisas para tentar em Mass Effect 2
 
Alguns macetes legais e uma matéria apontando 10 coisas interessantes para fazer no Mass Effect 2. Há coisas realmente legais ali e que algumas pessoas podem curtir, principalmente os mais fanáticos pela série.
 
Conclusão: Esta edição está melhor do que a anterior, porém continua mantendo alguns erros infantis. De qualquer forma, quando vejo uma melhoria, tenho que bater palmas, pois manter uma revista impressa hoje em dia não é fácil. Agora é torcer para que a melhoria continue e eles não retrocedam nas próximas edições.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Games - Battlefield: Bad Company 2 (Análise)

Olá pessoal,

Primeiramente desculpem pela escassez de tópicos novos aqui no BLOG. A desculpa é: Não tem! (Rss). Não postei por preguiça mesmo!

Mas sem enrolação, vamos ao que interessa: A análise de Battlefield: Bad Company 2 (Xbox 360).

O meu primeiro contato com o jogo foi através da versão BETA disponibilizada na LIVE há algumas semanas atrás. Naquela época, eu estava jogando Modern Warfare 2 praticamente todos os dias, e por causa disso, acabei tendo muitas dificuldades para me acostumar com a jogabilidade diferenciada da série da EA.

Na versão BETA, só estava disponível a opção Multiplayer no modo RUSH (Se não me engano) e um mapa somente. Num primeiro momento não gostei do jogo, achei a proposta do Multiplayer bem interessante, afinal poder pilotar diversos tipos de veículos e destruir qualquer coisa no cenário era algo que me atraia muito antes de jogar o BETA, porém acabei não gostando pelo fato dos tiros não transmitirem o impacto que eu estava acostumado a ter no Multiplayer do Modern Warfare 2. Eu descarregava um pente de bala no inimigo e não matava o desgraçado. Isso me irritou bastante e por causa disso jurei pra mim mesmo que não iria comprar o jogo.

Aí você pergunta: “Então o que diabos fez você mudar de idéia SAM?”. Pois é meus amigos leitores, aqui estou eu R$ 85,00 mais pobre (Precinho bom hein?) justamente por causa dos meus amigos da LIVE que não paravam de elogiar o jogo e me incentivar a comprá-lo.

Acabei cedendo a pressão e comprei o jogo disposto a dar uma nova chance a ele. E querem saber? Foi a melhor coisa que eu fiz. Obrigado seus “malas” que ficaram me enchendo o saco! Agora eu sei que vocês estavam mais do que certos.

Não vou me estender muito na análise para que o POST não fique muito grande e cansativo para ler. Vou apenas resumir o que achei de cada quesito técnico:

Enredo: O enredo deste segundo jogo está muito mais “adulto” do que o primeiro. Uma coisa que me irritava no primeiro jogo era o humor exagerado, fazendo com que aquelas cenas de destruição e morte mais parecessem uma farra num parque de diversões do que uma guerra de verdade. Poxa, gente morrendo pra tudo quanto é lado e os caras fazendo aquelas piadas ridículas? Ninguém merece! Em BC2 as piadas continuam, porém com uma freqüência muito menor, fazendo com que o enredo fique bem balanceado entre o drama da guerra ao companheiro/amizade do pelotão. Não chega a ser tão dramático quanto o enredo de MW, mas está bacana.

Gráficos: Os gráficos estão de babar em algumas partes, porém em outras nota-se uma falta de cuidado com as texturas e polimentos dos cenários. No geral estão magníficos, principalmente os mapas/telas nas florestas.

Som: De babar. Ligar este jogo num HOME THEATER é obrigação para qualquer amante de jogo de ação! Disparado o melhor som em jogo de guerra que eu já presenciei. Todos os efeitos sonoros são audíveis durante a batalha. Gritos, tiros, explosões, barulho dos veículos, aviões passando, etc, uma “zona” total, fazendo com que você se sinta dentro daquele cenário de caos.

Campanha: Ainda não cheguei ao final da campanha, pois como vocês devem imaginar, estou jogando muito mais o modo Multiplayer (99% dos meus amigos estão na mesma situação). Mas pelo pouco que eu joguei deu para notar uma melhoria bacana no desenrolar da história. Há armas escondidas para você coletar e alguns satélites para você destruir.

Multiplayer: Aqui está a cereja do bolo. Depois de ter estranhado bastante o Multiplayer na versão BETA, assim que o jogo chegou passei 2-3 horas jogando sem parar. No começo foi difícil, porém com o tempo fui vendo que tudo não passava de “falta de costume” da minha parte. Eu tive que exorcizar o Multiplayer do MW2 antes de começar a jogar BC2, só assim para conseguir enxergar o verdadeiro potencial do jogo. No começo é notório que você não irá matar ninguém, afinal você começa com armas fracas e sem qualquer tipo de equipamento especial. Porém conforme você vai jogando, você vai ganhando pontos de experiência e através deles, ganhando novas armas e habilidades, fazendo com que a partida fique cada vez mais prazerosa. As partidas sempre são caóticas no bom sentido, é tiro pra tudo quanto é lado, explosões, destruições, etc. Ao contrário dos outros jogos, não adianta se esconder dentro de uma casa pensando que está ileso, certamente você poderá ser surpreendido por um bombardeio de mísseis ou até mesmo tiros de tanques pra cima de você. Neste jogo, a morte sempre estará ao seu lado, cabe a você e ao seu esquadrão agirem com estratégia e inteligência para conseguirem sobreviver e executar os objetivos com eficiência.

Conclusão: Battlefield: Bad Company 2 é um dos melhores jogos de guerra que já joguei. Não vou entrar na polêmica de dizer que ele é melhor ou pior que seu principal concorrente (MW2), na minha opinião ambos possuem acertos e defeitos. O que eu posso dizer é que o Multiplayer de BC2 é extremamente completo, estratégico e divertido de se jogar. Se você tem amigos para jogar, fica melhor ainda, pois certamente vocês terão que trabalhar juntos como um verdadeiro esquadrão no meio de uma guerra. Jogo recomendadíssimo por mim!

Nota: 9,5

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Games - 2010 Fifa World Cup (DEMO)

Ontem foi disponibilizada a versão DEMO de FIFA World Cup 2010 na Xbox Live. Como um bom viciado em futebol e principalmente na série da EA, fui logo baixando quando cheguei em casa para conferir esta nova edição.

Logo no início tive uma grata surpresa, os menus estão totalmente reformulados e há novas opções de jogo, seja OFFLINE quanto ONLINE. Na versão de demonstração, obviamente somente o modo KICKOFF está aberto, mas há uma descrição dos novos modos de jogo e pelo que eu pude entender, serão bem divertidos. O destaque fica por conta da Copa do Mundo ONLINE, onde você escolherá uma seleção e participará de uma Copa do mundo com jogadores do mundo todo. Deve ser extremamente divertido e emocionante.

Outra coisa que chamou minha atenção foi a quantidade de informações sobre cada seleção, incluindo dados geográficos, população, etc. No momento de escolher a seleção que você irá jogar, há informações no rodapé falando tudo a respeito do país, inclusive com notícias ONLINE caso você esteja conectado à Xbox Live.

Não vasculhei muito as opções de formação, criação de táticas, etc, mas pelo que pude perceber, o visual está mais limpo nos menus. Não sei se na versão final terá, mas percebi que o modo ARENA durante o carregamento da partida foi excluído, no lugar dele foi adicionado uma apresentação do mascote da Copa informando dados estatístico da seleção que você escolheu. Eu achei bem interessante, apesar de que o modo Arena era bem bacana também.

Agora vamos ao que interessa: A partida em si. Primeiramente nota-se novas animações, seja ela mostrando os estádios oficiais da copa, torcida, jogadores e principalmente, o técnico (novidade nesta edição). No quesito gráfico, percebi uma melhoria com relação a versão anterior (FIFA 2010), porém não muito grande, apenas melhorias pequenas na iluminação, detalhes nos estádios e principalmente, fisionomia dos jogadores e técnicos. Alguns estão bem reais!

Já a jogabilidade, notei que a velocidade diminuiu um pouco, não está como FIFA 2009, porém não está tão rápido quanto o FIFA 2010. No meu ponto de vista, está balanceado e no ponto certo. A movimentação dos jogadores continua excelente, com destaque para a disputa de jogadas corpo-a-corpo, que está melhor na minha opinião. Nota-se que os atacantes não são desarmados com tanta facilidade como na versão anterior.

Mas o jogo também não é só elogios, notei duas coisas que me incomodaram um pouco. A primeira delas é o goleiro. Não sei se é mal de DEMO, mas assim como na versão demonstração de FIFA 2010, em FIFA WC 2010 o goleiro parece que tem mão de pau, rebate todas as bolas. Creio que isso será melhorado na edição final assim como aconteceu como FIFA 2010. Outro pequeno ponto que gostaria de ressaltar é a comemoração, que está um pouco prejudicada. Não sei qual a intenção dos caras, mas assim que o jogador faz o gol, a câmera faz umas pirotécnicas meio malucas para focalizar o jogador de diversos ângulos, cortando bruscamente a câmera do jogo. Isso acaba quebrando um pouco a dinâmica, deveria ser direto assim como FIFA 2010.

Mas como vocês puderam ver, os probleminhas encontrados foram pouquíssimos e bem simples, algo muito comum de acontecer em versões não acabadas, portanto creio que a versão final estará perfeita.

Para finalizar, gostei bastante do jogo e penso seriamente em adquiri-lo, mesmo sabendo que no final do ano teremos mais uma versão do jogo, FIFA 2011. Vamos ver como o jogo se sai nas análises e como será estes modos ONLINE misteriosos. Se for bacana realmente, acho que vou comprar. Aliás, acho não, eu tenho a nítida impressão de que vou acabar comprando esta versão, tudo para experimentar a sensação única que somente uma copa do mundo é capaz de transmitir. E fica melhor ainda jogar durante a realização de uma copa rolando na vida real. Já pensou que legal você disputar os jogos virtualmente durante a realização dos jogos na vida real? Deve ser muito legal!

Entrou para a minha lista de compras. Só espero que consiga achá-lo por um preço bacana.